quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Metafísica da desintoxicação - Parte I

Porque precisamos nos desintoxicar?

Excesso de informação em todos os sentidos e níveis do Ser (alimentos desvitalizados, programas de TV, músicas grosseiras); Padrões nocivos e dissonantes se perpetuando de geração em geração; Ritmos artificiais conduzindo o compasso de nossas existências; Condicionamentos culturais imprimindo limites, doenças e padrões retrógrados; Empresas de “alimento” vendendo perigosas fórmulas químicas e sintéticas para consumo diário (margarina, salgadinhos, bolachas recheadas); Indústria farmacêutica bombardeando nossos corpos com mais química sintética; Ignorância existencial severa; Poluição física-ambiental, irradiação de pensamentos e emoções dissonantes; Sedentarismo e estagnação; Esquecimento de nossa natureza essencial; Embotamento das capacidades sensíveis Humanas; Desconexão e aumento da “normose”; Crescimento dos índices de desânimo, apatia, ansiedade, depressão, falta de concentração e poder de realização na sociedade; Importância excessiva do ter em relação ao Ser; Afastamento da natureza, de nossa real natureza; Respiração limitada; Mente agitada e caótica; Tensões, stress crônico, incapacidade de relaxar; Inconsciência, falta de respeito e gentileza; Excesso de ruídos, barulho, fala; Propagação de notícias “ruins e negativas”; Foco no denso e nos problemas; Incapacidade de ver a beleza e o milagre da Vida; Ingratidão e carência; Hábito da reclamação; Vidas superficiais; Ambientes nocivos ao desvelar da Alma...

TODOS ESTES PADRÕES E CARACTERÍSTICAS CITADAS ACIMA ENCOBREM NOSSA ESSÊNCIA, DIMINUEM NOSSA VITALIDADE E LIMITAM OS PODERES DA VIDA...SÃO PADRÕES QUE ALIMENTAM A DOENÇA E A INCONSCIÊNCIA NAS NOSSAS VIDAS.

Sintomas de intoxicação no corpo físico
São os mais numerosos e fáceis de perceber. Trata-se do corpo tentando avisar rapidamente sobre suas dificuldades: Pálpebras inchadas ou coladas, olhos vermelhos, escleróticas amarelas, visão turva, necessidade de assoar o nariz, nariz entupido, boca pastosa ou seca, língua coberta por uma placa branca ou amarelada, vontade de tossir e de cuspir, mau hálito, dor no couro cabeludo, dor de cabeça, de estômago, de barriga ou de outras partes do corpo, corpo pesado, rigidez e fraqueza nas articulações e músculos, problemas de pele e cabelos, cansaço geral.
Sintomas no cérebro e no corpo mental
As sinapses - comunicação entre os neurônios - e todo o processo de raciocínios lógicos/analógicos ficam prejudicados. Nestas condições acontece um "emburrecimento" que pode ser de grau leve, médio ou grave, prejudicando inclusive as reações instintivas de defesa, portanto de preservação da vida. Mente confusa com uma sensação de estar perturbado. Raciocínio lento, memória falha e indecisão geral. Dificuldade para pensar e planejar.
Sintomas de ordem psico-emocional
A conduta e atitudes passam a sofrer interferências de instabilidade e vulnerabilidade emocional. Nestas condições haverá uma tendência para a pessoa viver no mundo da ilusão, perdendo gradativamente o contato com o mundo da realidade, a vontade de viver o aqui e agora, começando a aparecer os sintomas de ansiedade, melancolia e depressão.

O excesso de toxinas encobre nossa real natureza. Assim como as cascas de uma cebola, estamos vestidos com muitas capas, máscaras e cascas que nos impedem de experienciar uma maior conexão e poder de Vida, a base espiritual. Estamos de tal forma velados e intoxicados, que não sentimos a grandeza do agora, a sacralidade da existência e seguimos diariamente caminhando cegos em busca de hipocrisias e inutilidades.

Toda jornada espiritual, em qualquer tradição do planeta, passa pela porta da “desintoxicação/purificação”, é preciso deixar os velhos condicionamentos que nos aprisionam em ilusórias dinâmicas de Vida e recriar as estruturas internas a partir de nossos próprios esforços. Somente assim poderemos mudar os vetores da existência para o coração, a alma, a essência e viver integralmente, celebrar! 

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